Novo presidente diz que meta é melhorar excelência do TRT no Piauí
Por fim, o presidente eleito do TRT-22 afirmou que a questão da conciliação norteia toda a justiça do trabalho e é um dos princípios basilares no âmbito do judiciário trabalhista.

Em entrevista ao Jornal do Piauí nesta quarta-feira (20), o desembargador Téssio Tôrres, presidente eleito do Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região (TRT-22), afirmou que uma das principais metas para o biênio 2025/2026 é melhorar ainda mais os índices de desempenho da Corte
"A gente sempre tem e busca a excelência, melhorar isso. A gente vem de gestões exitosas, mas pretendemos implementar algumas ações, juntamente com nossa equipe. Vamos iniciar agora a transição e montagem da equipe que irá nos ajudar nesses próximos dois anos, para então melhorar ainda mais esses indicadores, mantê-los e buscando melhorar", disse.
Ao falar sobre quais seriam os maiores desafios nos próximos dois anos à frente do TRT-22, o desembargador pontuou que um dos principais gargalos no âmbito do judiciário trabalhista atualmente é a fase de execução.
“Temos, por muitas oportunidades, execuções frustradas, onde a gente não consegue localizar bens do devedor e isso dificulta a entrega da prestação jurisdicional, que é aquele bem da vida que o jurisdicionado busca quando bate às portas do judiciário”, ressaltou Téssio Tôrres.
Por fim, o presidente eleito do TRT-22 afirmou que a questão da conciliação norteia toda a justiça do trabalho e é um dos princípios basilares no âmbito do judiciário trabalhista
“Quando você chega em uma audiência trabalhista, após os cumprimentos, o juiz obrigatoriamente antes de iniciar a audiência tem que indagar as partes se é possível e viável realizar um acordo. Não ocorrendo, pode acontecer a instrução do processo com oitiva de partes, testemunhas e perícia se for o caso. Após o encerramento, e antes de encerrar a instrução processual, por lei e por conta da CLT, o magistrado é obrigado mais uma vez indagar as partes acerca da possibilidade ou não de encerrar aquele litígio por meio do acordo, que é sempre a melhor forma de solução de conflitos”, finalizou.



