Em nota, Prefeitura de Valença repudia paralisação dos servidores da Educação
Nota de repúdio foi enviada a redação do Portal Grande Rede na manhã desta sexta-feira, dia 9 de setembro.
A prefeitura de Valença do Piauí (Pmv) informou na manhã desta sexta-feira, dia 9 de setembro, por meio de nota enviada a redação do Portal Grande Rede, que efetuou o pagamento dos salários de todos os servidores da Educação, e que por isso repudia a paralisação promovida pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Valença (Sindserv).
“...Causa estranheza o procedimento adotado pela diretoria do SINDISERV, por se deixar influenciar, tendo em vista que lamentavelmente são atitudes visivelmente políticas de um pequeno grupo que chega a influenciar, inclusive pelas cores de faixa e algumas camisas...", afirma um trecho da nota.

Confira abaixo a íntegra da nota:
"A Prefeitura Municipal de Valença-PI lamenta a forma como a diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais de Valença, vem tratando a questão referente aos salários dos professores e demais servidores, uma vez que a administração pública hoje, dia 09 (nove) de setembro de 2016, efetua o pagamento de todos os servidores da Educação.
No entanto, apesar de tudo isso, o Sindicato dos Servidores Municipais de Valença, decidiu manter a paralisação das atividades dos professores e demais servidores, por motivos estritamente políticos, fazendo manifestação irregular e descabida em frente à sede da administração pública, desde as 08:00h.
Causa estranheza o procedimento adotado pela diretoria do SINDISERV, por se deixar influenciar, tendo em vista que lamentavelmente são atitudes visivelmente políticas de um pequeno grupo, que chega a influenciar, inclusive pelas cores de faixa e algumas camisas, sendo de fácil constatação pelas fotos ora anexadas, não se preocupando em prejudicar a vida de muitos alunos e de pais, que precisa deixar seus filhos nas creches para poderem trabalhar.
O município além de esclarecer publicamente o lamentável episódio, também leva ao conhecimento do jucidiário e da promotoria, para que tome as providências que julgarem necessárias, afinal de contas, os alunos não merecem ser privados de um direito que lhes pertence''.



